Aí está o XVIII Governo. Ao que dizem, para durar dois anos. Os destaques vão naturalmente para a nova posição estratégica do veterano Vieira de Silva, a mais recente vocação do polivalente Santos Silva, factotum especializado na "malha" e agora com a pasta da Defesa, a equipa com o maior número de ministras desde sempre (5), o que é de saudar, sendo que uma delas, de apelido convenientemente ornitológico, está no Ambiente, Serrano na Agricultura, ao que parece entendido em subsídios, é claro, por sua vez Isabel Alçada vai tentar acalmar os professores, António Mendonça, um adepto do investimento público com o pelouro das obras respectivas, o eterno Gago, pois claro, e por último - surprise!!! - a novel e desconhecida ministra da Cultura, investigadora e também pianista, de quem se espera muito mais (o que significa quase nada) do que o anterior ministro.
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