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segunda-feira, 5 de setembro de 2011
quinta-feira, 5 de maio de 2011
O epílogo
Logo após a captura e execução de Bin Laden, no domingo, surgiram as inevitáveis vozes cépticas, portadoras das proverbiais teorias da conspiração. "Afinal não há provas", dizem. "Porque é que mandaram o corpo ao mar?". "Onde estão as fotos?". Pérolas de sabedoria bisonha, própria de um país que ainda olha para uma realidade dinâmica como os camponeses das berças encaravam os comboios do fontismo. Mas reveladoras também do último refúgio sagrado do mofo esquerdista: o anti americanismo de pacotilha. Um tema mais do que gasto e sobre o qual já neste blogue tomei posição repetidamente. Mas não é um debate teórico que me traz aqui hoje. É a evidência da debilidade de que padecem as preocupações probatórias dos arautos da conspiração. No fundo, os mesmos que negam a autoria e ligação do jihadismo aos acontecimentos do 11 de Setembro. Segundo eles, provocados pelos próprios americanos!!!... Mas voltemos a Bin Laden. Será que alguém, no seu perfeito juízo, acredita que Obama, ao ter anunciado oficialmente a captura, o teria feito graças a a uma vaga informação dos serviços secretos? Então quem precisa que as sondagens subam, como de pão para a boca, arriscaria tudo num lance sem certezas conclusivas e irrefutáveis? Será que os cépticos pensam mesmo que a caça a Bin Laden foi efectuada por meia dúzia de amadores e curiosos, que depois telefonaram para a casa Branca, pela rede fixa, a anunciar o troféu? Em que planeta vive esta gente? É que os acontecimentos estão com certeza exaustivamente documentados, registados, analisados, fotografados. O timing da sua divulgação é que não é exactamente o que o público e os media gostariam. Razões? Só vejo uma: para além de não brincar em serviço, desta vez a CIA aprendeu com os erros do passado. Ou seja, nada de imagens mostrando um mártir ou pré mártir a ser humilhado pelos infiéis, como aconteceu com Saddam. Nada de registos que suscitem a piedosa compaixão de algumas vozes no Ocidente, que clamam um fair trial para o rosto do mal. As provas virão, é claro. Mas a seu tempo. Como uma certeza científica tão sólida quanto discreta. Afinal, Bin Laden não foi derrotado pelos americanos nem pelo Ocidente, nem pela retórica anti fundamentalista... A sua estrela apagou-se de vez em plena praça Al-tahrir, no Cairo. Ou seja, o epicentro da primavera democrática no mundo islâmico.
domingo, 11 de janeiro de 2009
A resposta
Sobre a questão palestiniana em geral e sobre os bombardeamentos israelitas na faixa de Gaza, passou ontem à noite na SIC N um extenso debate. Onde pontuou a inefável Clara Ferreira Alves, "especialista" na área. À semelhança de grande parte da esquerda, apontou o dedo a Israel, sempre os maus da fita, é claro. Até Rui Bebiano, habitualmente tão lúcido, escreveu uma pastoral que, habilmente, desculpabiliza o Hammas e demoniza Israel. A única democracia no meio de cleptocracias permeáveis ao terror fundamentalista. O Daniel Oliveira, claro está, não poderia faltar aos seus amiguinhos terroristas. Ora vamos cá ver: o Hammas é pois, para os nanas de serviço, um grupo de escuteiros que ajudam as velhinhas a atravessar a rua. Boa acção essa à qual acrescento o "pormenor" de, durante a travessia, obrigarem a velhinha a esconder dois mísseis debaixo da saia. São os tais que usam ambulâncias para transportar armas, que fanatizam crianças com vista a torná-las mais um número na extensa hagiografia de mártires às portas do paraíso, que usam as populações civis como escudos humanos, que negam a existência ao estado judaico, que transformaram aquele território num arsenal rodeado por inocentes e futuros mártires, que desprezam a vida, a dignidade humana. Israel tem pois todo o direito de se defender, se a sua existência estiver ameaçada, como é o caso. É a vida.quarta-feira, 17 de setembro de 2008
A impostura
Ontem à noite, passou no Pequeno Auditório do TMG o documentário Loose Change (2ª edição, 2007), de Dylan Avery. Trata-se de uma versão depurada da primeira, mas retomando a visão revisionista dos acontecimentos do 11 de Setembro. Num registo muito em voga, tributário do blockbuster "Código da Vinci": mistério, conspiração, ocultação de provas, a História como branqueamento da ficção e vice-versa, etc. As "provas" apresentadas na primeira versão foram naturalmente consideradas falsas, por investigadores independentes, meios de comunicação e pelas vozes mais representativas da comunidade científica. Basicamente, neste filme Avery pretende fazer vingar a ideia de que, afinal, os atentados foram obra do próprio governo americano. Com uns efeitos especiais dignos da melhor ficção científica. Já agora, relendo os Protocolos do Sião, porque não considerar que os culpados foram os judeus, ou o estrangulador de Kiev, ou uma seita milenarista, ou até mesmo o professor Pardal? Esta demência conspirativa fez escola. Mas será explicável unicamente pelo tédio civilizacional? Pelo anti-americanismo enquanto último reduto da esquerda relativista? Pela cobardia exemplificada no caso dos cartoons dinamarqueses, da estreia gorada de uma encenação do Idomeneo de Mozart, na Alemanha, na retirada de um quadro de Lucas Cranach do metro de Londres? Onde pretendem chegar impostores como Avery? Ganhar dinheiro com as vítimas? Ou essas também são invenção? Vendo bem, não tardará a aparecer uma terceira edição deste embuste. Provando, por A+B, que os atentados de Londres e de Madrid também foram organizados pelos respectivos governos. Verdadeiros agenciadores do terror. Haja vergonha e um mínimo de respeito pelas vítimas!
PS: Após o filme seguiu-se um debate que, imagino, deve ter sido profícuo, mas que lamento ter perdido. Graças a uma irritante inflamação no pé esquerdo, a qual me tem retido em casa desde domingo, não havendo razão para requisitar uma cadeira de rodas.
PS: Após o filme seguiu-se um debate que, imagino, deve ter sido profícuo, mas que lamento ter perdido. Graças a uma irritante inflamação no pé esquerdo, a qual me tem retido em casa desde domingo, não havendo razão para requisitar uma cadeira de rodas.
quinta-feira, 14 de dezembro de 2006
Os amigos de Alex
Sobre o terrorismo jihadista já aqui expus o meu pensamento. Ao que parece, no Líbano, o Hezbolah continua armado até aos dentes, desafiando tudo e todos. A generosidade do irmão sírio, traduzida em armas e dinheiro, está de pedra e cal. Por cá, a ecuménica malta do costume, sempre disposta a atirar pedras aos americanos e aos israelitas, e a condenar a "heresia" dos cartoons dinamarqueses, vai assobiando para o ar. Mas o radicalismo islâmico, e o rasto de ódio e de morte que lhe está associado, nunca será compreendido se não se tentar perceber a motivação específica do terrorista. Ao contrário do que os relativistas pensam, não são as razões ideológicas, emergindo do sub-desenvolvimento crónico do mundo islâmico, ou a falta de perspectivas para muitos jovens, o que empurra determinado "soldado de deus" para uma carnificina. É bom lembrar que os actos terroristas mais sanguinários nos últimos anos foram perpetrados por jovens confortavelmente instalados na classe média. Que antes são recrutados para um tirocínio no Iraque ou no Afeganistão, lugar para o brainstorming final. Existe pois uma motivação autónoma, auto-suficiente, alheia a factores sociais, para a violência. Que rompe com as restrições decorrentes da própria fé islâmica e afirma-se como missão redentora e inquestionável. A jihad é o ópio que tranquiliza o último vestígio de humanidade. Esse terrorista está mais próximo de Alex - o protagonista psicopata do filme Clockwork Orange - que do Corão.
Publicado no jornal "O Interior"
segunda-feira, 18 de setembro de 2006
Anainanão, ficas tu, eu não
A terrível orfandade da esquerda herdeira do "socialismo científico" é dramática. Habituada a pensar e agir segundo abstracções - as "massas", a "classe operária", os "oprimidos" - cuja liderança esclarecida e "democrática" conduziria à vitória final, perdeu de vista o indivíduo e as suas verdadeiras necessidades. Alheou-se dos novos movimentos sociais e estéticos, cujo raio de acção caía fora da sua agenda política, preenchida esta quase na totalidade com reivindicações de carácter corporativo. Essa esquerda orgânica, acomodada ao hedonismo e à sociedade do espectáculo triunfante no pós-guerra, recusou-se a ver os sinais que vinham do lado de "cá" - a inviabilidade do "Estado Social", o desmantelamento da indústria pesada e com mão-de-obra intensiva, a terceirização da economia, a emergência de novos paradigmas de conflitualidade - e do lado de "lá": Hungria, Checoslováquia, Polónia, Cambodja, Cuba, China, etc. Indícios inequívocos da falência daquilo em que diletantemente acreditava. Com a queda do muro de Berlim foi o descalabro. O mundo deixou de ter bons e maus. Andou nesta indefinição durante uma década. Em seu socorro vieram alguns balões de oxigénio: a luta anti-globalização, a primeira guerra do Iraque, entre outros.
Mas algo aconteceu que veio alterar as coordenadas geográficas da sua busca incessante de novos paladinos anti-ocidente - a emergência do radicalismo islâmico. Que identificou erroneamente com os "oprimidos" do capitalismo global. Acontece que esse paladinos são precisamente os grandes beneficiários desse capitalismo e que, aliados às oligarquias reinantes, mantem a esmagadora maioria - sobretudo as mulheres - das populações dos respectivos países numa situação de quase indigência, num regime de cleptocracia fundada na autoridade inquestionável do Islão. Essa mesma esquerda ignorou ostensivamente a proliferação de madrassas, o massivo recrutamento de jovens descontentes - alguns tendo estudado no Ocidente - o crescente poderio militar dos fundamentalistas, a sua organização supranacional, a audácia com que iam cometendo atentados terroristas, financiados pelos potentados do golfo. Ao fim ao cabo, na sua perspectiva, eram lições merecidas pelo "Grande Satã" e pelo seu aliado sionista, os únicos responsáveis pelo estado a que as coisas chegaram. Em três coisas, no entanto, acertaram: as tentativas de laicização que nos anos cinquenta e sessenta foram feitas no interior do mundo árabe, de que Nasser e o Hamas da altura são exemplos, foram boicotadas pelos americanos, no contexto da Guerra fria; que também financiaram e armaram os talibãs e o Iraque, quando eram aliados estratégicos no combate, respectivamente, aos soviéticos no Afeganistão e aos iranianos; a invasão do Iraque, embora contabilizada como vitória militar, pode muito bem vir a ser uma derrota política, para além de ter criado mais um foco de instabilidade propício à demagogia dos radicais.
Voltando ao tema, o resto é fácil de seguir: padecendo de uma orfandade crónica, e carecendo de um inimigo de estimação para exercer o seu ressentimento - porque foi incapaz de fazer o luto, na sequela da desagregação do Leste - a esquerda elegeu um alvo preferencial: os Estados Unidos. A que associou recentemente o anti-semitismo. E nesta fixação doentia tem gasto grande parte das suas energias, em vez de se reformular, enérgica e drasticamente. Pelo caminho, e para além dos ultras islâmicos, aplaude os neo-populistas sul-americanos Chavez e Morales, Milosevic, Fidel, a escalada nuclear iraniana, o Hezbollah, etc. Ficando em silêncio no assassinato do cineasta Theo Van Gogh na Holanda - lembram-se? Idem quanto ao derrube das estátuas budistas no Afeganistão, às ordens dos Taliban. Alguém lhes exigiu desculpas? E alguém já as exigiu aos dirigentes religiosos islâmicos que diariamente insultam, ameaçam, caluniam tudo o que seja Ocidental? Que diariamente encontram qualquer pretexto para incendiar a "rua islâmica" e reforçar o seu poder. Neste ponto, o episódio dos cartoons dinamarqueses é exemplar. As maiores vítimas do terrorismo islâmico, é bom lembrar, são, em primeira mão, os próprios muçulmanos. As acções terroristas, cada vez mais desmaterializadas e planeadas localmente, obedecem no entanto a um programa preciso - manipulação dos media, agitação cirúrgica, concentração de meios em zonas conturbadas, mobilidade logística, recrutamento de cidadãos muçulmanos de países ocidentais como "soldados de Deus", "oferta" de serviços às populações em zonas ocupadas, imposição de um padrão islâmico regressivo para todo o mundo muçulmano, mesmo nos países mais "liberais" (veja-se o caso da Tunísia), sendo que, só os alvos são aleatórios. Porque dependem, cada vez mais, de circunstâncias puramente operacionais.
Mas essa esquerda, que com várias nuances continua a colher os frutos daquilo que tanto detesta, esqueceu-se de um pormenor: este terrorismo não escolhe os alvos pela sua maior ou menor simpatia com a sua causa. Portanto, também ela pode ser vítima, também os mesmos que subscrevem, explícita ou tacitamente, a cruzada anti-ocidental, podem ser os próximos a cair. Toda esta história se resumiria simplesmente à ironia, se não fosse profundamente trágica.
Voltando ao tema, o resto é fácil de seguir: padecendo de uma orfandade crónica, e carecendo de um inimigo de estimação para exercer o seu ressentimento - porque foi incapaz de fazer o luto, na sequela da desagregação do Leste - a esquerda elegeu um alvo preferencial: os Estados Unidos. A que associou recentemente o anti-semitismo. E nesta fixação doentia tem gasto grande parte das suas energias, em vez de se reformular, enérgica e drasticamente. Pelo caminho, e para além dos ultras islâmicos, aplaude os neo-populistas sul-americanos Chavez e Morales, Milosevic, Fidel, a escalada nuclear iraniana, o Hezbollah, etc. Ficando em silêncio no assassinato do cineasta Theo Van Gogh na Holanda - lembram-se? Idem quanto ao derrube das estátuas budistas no Afeganistão, às ordens dos Taliban. Alguém lhes exigiu desculpas? E alguém já as exigiu aos dirigentes religiosos islâmicos que diariamente insultam, ameaçam, caluniam tudo o que seja Ocidental? Que diariamente encontram qualquer pretexto para incendiar a "rua islâmica" e reforçar o seu poder. Neste ponto, o episódio dos cartoons dinamarqueses é exemplar. As maiores vítimas do terrorismo islâmico, é bom lembrar, são, em primeira mão, os próprios muçulmanos. As acções terroristas, cada vez mais desmaterializadas e planeadas localmente, obedecem no entanto a um programa preciso - manipulação dos media, agitação cirúrgica, concentração de meios em zonas conturbadas, mobilidade logística, recrutamento de cidadãos muçulmanos de países ocidentais como "soldados de Deus", "oferta" de serviços às populações em zonas ocupadas, imposição de um padrão islâmico regressivo para todo o mundo muçulmano, mesmo nos países mais "liberais" (veja-se o caso da Tunísia), sendo que, só os alvos são aleatórios. Porque dependem, cada vez mais, de circunstâncias puramente operacionais.
Mas essa esquerda, que com várias nuances continua a colher os frutos daquilo que tanto detesta, esqueceu-se de um pormenor: este terrorismo não escolhe os alvos pela sua maior ou menor simpatia com a sua causa. Portanto, também ela pode ser vítima, também os mesmos que subscrevem, explícita ou tacitamente, a cruzada anti-ocidental, podem ser os próximos a cair. Toda esta história se resumiria simplesmente à ironia, se não fosse profundamente trágica.
quarta-feira, 13 de setembro de 2006
Vai um chouriçinho?
Mário Soares e Pacheco Pereira estiveram frente a frente na emissão de ontem do Prós e Contras na RTP 1 sobre os acontecimentos do 11 de Setembro.Os espectadores puderam assistir a um fantástico debate entre um fantasma da guerra fria e um pensador contemporâneo, entre um sub-gaulês anti-americano e um adepto da liberdade na tradição de Tocqueville, entre um coleccionador de slogans jacobinos e um investigador com um pensamento notoriamente estruturado, entre uma glória senatorial da república prontinho a negociar com os terroristas e alguém que já percebeu desde a primeira hora que estes terroristas só negoceiam cadáveres e medo, entre um campeão do politicamente correcto que pretende transformar as vítimas em carrascos e os carrascos em vítimas e alguém que sabe bem como o fundamentalismo nasce do medo de ser livre e do ódio a quem o consegue ser.
Pela minha parte, fiquei definitivamente esclarecido sobre o delírio irresponsável e suicidário da esquerda quando encara estes temas. Sou defensor intransigente do laicismo, como única forma de organização política em que as convicções religiosas de todos os indivíduos - ou a sua ausência - podem coexistir, mas nenhuma é imposta. Por isso, este estranho fenómeno de incapacidade de interiorização da perda de que a esquerda padece, sublimado num anti-americanismo para lá de qualquer racionalidade, é algo espantoso. Ora, sendo o Islamismo, tal como é interpretado pelos teocratas, a negação daquele princípio secular básico, escapa-me completamente a simpatia com que a esquerda encara uns milhares de fanáticos em vias de possuirem armas nucleares, sem sequer imaginar que, se os terroristas impusessem a sua vontade, os relógios atrasariam, pelo menos, 800 anos.
Para abrilhantar a festa, comparaceu o extraordinário Yossuf Adamgy - o tal que em tempos defendeu a lapidação de Amina Lawal - afirmando a pés juntos que o 11 de Setembro não existiu. Ver aqui o desenvolvimento. O delirante "pensamento" deste artolas pode de resto ser saboreado nesta citação da sua obra "A Mulher no Islão". Imaginem um meio termo entre os apedrejadores da mulher adúltera no filme "A Vida de Brian" dos Monthy Python e o Diácono Remédios. Aí têm o homem. É caso para dizer: ó pá, vai um chouriçinho?
Nota: nestas alturas ganham peso as teses da conspiração, inspiradas no Professor Zandinga e no "Código da Vinci". Algo entre os resumos do Livro de S. Cipriano e as tendas da feira de Vale de Perdizes. Basta ver o documentário recentemente passado sobre o assunto na RTP 2 e toda a dúvida cessa. Há gente para tudo. E até se ganha bom dinheiro e notoriedade com isso. Portanto, recomenda-se a leitura da divertidíssima proclamação das "Seis teses negacionistas sobre o 11 de Setembro", no "Corta-fitas".
Para abrilhantar a festa, comparaceu o extraordinário Yossuf Adamgy - o tal que em tempos defendeu a lapidação de Amina Lawal - afirmando a pés juntos que o 11 de Setembro não existiu. Ver aqui o desenvolvimento. O delirante "pensamento" deste artolas pode de resto ser saboreado nesta citação da sua obra "A Mulher no Islão". Imaginem um meio termo entre os apedrejadores da mulher adúltera no filme "A Vida de Brian" dos Monthy Python e o Diácono Remédios. Aí têm o homem. É caso para dizer: ó pá, vai um chouriçinho?
Nota: nestas alturas ganham peso as teses da conspiração, inspiradas no Professor Zandinga e no "Código da Vinci". Algo entre os resumos do Livro de S. Cipriano e as tendas da feira de Vale de Perdizes. Basta ver o documentário recentemente passado sobre o assunto na RTP 2 e toda a dúvida cessa. Há gente para tudo. E até se ganha bom dinheiro e notoriedade com isso. Portanto, recomenda-se a leitura da divertidíssima proclamação das "Seis teses negacionistas sobre o 11 de Setembro", no "Corta-fitas".
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