Prosseguem os ensaios da ópera "Na Colónia Penal". O cenário natural, austero, cinzento e frio, integra na perfeição os objectivos desta proposta artística única. Ao explicar ao visitante o propósito da execução eminente do condenado, diz o Oficial que chefia a colónia: "O princípio sobre o qual baseio as minhas decisões é que por trás da dúvida existe sempre a culpa". O universo profético e concentracionário de Na Colónia Penal (1919) põe em cena uma máquina que inscreve até à morte no corpo do prevaricador o preceito a que desobedeceu. O oficial que explica ao inspector visitante o seu funcionamento admirável acabará por também ele querer experimentar o mecanismo. Na sua pele, ficará escrito: “Sê justo!”.
Reflexões, notas, impressões, apontamentos, comentários, indicações, desabafos, interrogações, controvérsias, flatulências, curiosidades, citações, viagens, memórias, notícias, perdições, esboços, experimentações, pesquisas, excitações, silêncios.
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sexta-feira, 2 de março de 2007
quinta-feira, 1 de março de 2007
Na colónia Penal - 1
Apresentação no sub-palco do Grande Auditório do TMG, em estreia nacional. Mais informação sobre a montagem do espectáculo e seu significado, consultar aqui e aqui. Sobre Philip Glass, ver aqui.Libretto de Rudolph Wurlitzer
Direcção Musical de Domenico Ricci
Encenação e espaço cénico de Américo Rodrigues
Cenografia e figurinos de Cristina Cutrale
Barítono (oficial): José Corvelo
Tenor (visitante):Sérgio Martins
Com Quarteto de S. Roque + Contrabaixo: Ricardo Tapadinhas
Soldado: António Godinho
Condenado: António Saraiva
Direcção Musical de Domenico Ricci
Encenação e espaço cénico de Américo Rodrigues
Cenografia e figurinos de Cristina Cutrale
Barítono (oficial): José Corvelo
Tenor (visitante):
Soldado: António Godinho
Condenado: António Saraiva
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