Reflexões, notas, impressões, apontamentos, comentários, indicações, desabafos, interrogações, controvérsias, flatulências, curiosidades, citações, viagens, memórias, notícias, perdições, esboços, experimentações, pesquisas, excitações, silêncios.

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domingo, 28 de março de 2010

Falta pouco...


O jogo de hoje demonstrou que a equipa mencionada nas escutas do "Apito Dourado" como o "Braguinha" é uma formação claramente vulgar. Diria mesmo banal, que tem sido largamente beneficiada por factores estranhos às quatro linhas. O Benfica, embora a meio gás, demonstrou ser superior ao seu "rival" a todos os níveis: competitivo, desportivo, civilizacional. O Domingos a chorar no final, desfilando a lengalenga de que foram iguais e mereciam a igualdade, no seguimento das declarações plenas de fel ao longo da semana, demonstram bem a menoridade cívica e profissional deste candidato a treinador e cidadão. O créme de la créme veio depois: Mossoró, um exemplo de "compostura" em campo, apareceu perante a imprensa já engessado, a "vítima" perfeita, clamando durante 20 minutos contra as "estranhezas" dos jogos encarnados. Era só fel a escorrer pelos beiços do reco. Foi digno de se ver. Pois bem, perante a demonstração de grandeza do Glorioso diante desta miserável pequenez enfermiça, só há que dizer: refocilem filhos da puta, que o vosso reinado e de quem vos governa acabou!!!

PS: a satisfação é ainda maior depois dos grunhidos dessa figura exemplar chamada Mesquita Machado, o eterno presidente da Câmara de Braga, clamando por uma arbitragem "justa"....
PS 2: já agora, é de realçar a quantidade de gente nervosa com a onda vitoriosa do Benfica. Por falar nisso, terça-feira à noite vai estar o cappo flatulento na RTP, entrevistado pela Judite de Sousa. Será que a miserável contribuição audiovisual também inclui o visionamento periódico de criminosos de delito comum?

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Omo lava mais branco

A nova grelha de programação da Rádio Altitude acaba de ser dada a conhecer. No seu todo, afigura-se-me bastante interessante, ao conseguir chegar a vários públicos. Mas enferma de alguns problemas. É precisamente da opção mais controversa que aqui vou falar. Está previsto ir para o ar, todas as segundas-feiras, o programa "Politicamente Incorrecto", onde Abílio Curto e Marília Raimundo alternam naquilo que é anunciado como uma "leitura muito própria da actualidade" e "sem cerimónias". Nem queria acreditar! Mas o que terá ainda Abílio Curto que dizer aos seus conterrâneos, ao auditório da rádio? Será que se perfila para uma espécie de nobilitação senatorial? Um novo senhor comendador? Mais um "comentador" que utiliza informação privilegiada para ajustar contas antigas, ou recorre a boatos para criar cortinas de fumo? Um prof. Marcelo em versão pimba, sem brilho, sem mundo, sem livros, sem dimensão cívica. Chega! Chega de Curto! O maior (mas não o único) responsável pelo terceiro-mundismo urbanístico que vigorou na Guarda durante duas décadas, pelo trágico atraso que se abateu sobre a cidade, pela perda de oportunidades, pela deslocalização de investimentos, pelo clima de caciquismo, pelo empobrecimento humano, cultural, paisagístico, pela desqualificação, pela criação de clientelas eleitorais e outras, que ainda hoje sobrevivem, como tentáculos. As contas com a Justiça fazem parte de uma outra história, de que não me ocuparei aqui. O que me interessa a mim e o que interessa aos cidadãos em geral e da Guarda em particular, é a responsabilização política de Abilio Curto e da rede de interesses partidários e económicos que o apoiaram e graças a ele floresceram. Para que determinados erros nunca mais se repitam. Mas essa operação de saneamento básico, inexplicavelmente, nunca foi feita. Talvez à espera que a memória não cobre juros. Ou que a magnimidade seja confundida com fraqueza.

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

O João Ratão

O Ministério da Educação contratou por duas vezes o advogado João Pedroso para fazer o mesmo trabalho. No "período experimental" recebia 1 500 Euros/mês e nada apresentou em contrapartida. Na segunda fase, a "coisa" ficou pelos 20 000 Euros/mês. O Ministério diz que houve um "erro de avaliação". Enfim, são as delícias do poder rosa. Ver aqui a notícia completa.