quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
A vida dos outros
Nota: a propósito das alminhas mais preocupadas com o conhecimento público das escutas do que com aquilo que elas revelam, ler este apropriado texto.
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Brasil B

* Na seleção portuguesa jogam: o atacante Liedson, o meia Deco e os zagueiros Pepe e Bruno Alves (sobrinho de brasileiros).
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
The kick
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Sem espinhas

sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Toma lá mais cinco
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
Acabem com o programa já!

palavras de Guilherme Aguiar, ex Presidente da Liga de Futebol e adepto do FCP, durante a última emissão do programa "desportivo" "O Dia Seguinte", na SIC, não disfarçando a proverbial azia por o Benfica ter quatro vitórias consecutivas, enquanto Dias Ferreira, do Zbórdem, palitava os dentes a preceito e ia contando os piolhos da barba.
quarta-feira, 2 de setembro de 2009
Basta!

sábado, 4 de julho de 2009
O terceiro mundo
Este homem é muito mais do que um vendedor de pneus suburbano, semi analfabeto, sem competências sociais, nem "mundo". E que o laxismo que alguns confundem com democracia empurrou para o estrelato. É o representante exemplar do pato-bravismo pós prec, que prosperou à custa de negócios semi-clandestinos. E que, como bom self made men da gamba e do merxedes, não descurou o negócio. Gere o Benfica como se fosse o supermercado da esquina. Sem estratégia, sem brilho, sem resultados, sem auto-avaliação, sem respeito pelas opiniões divergentes, sem educação, sem estatura cívica condigna, sem deixar de se achar dono daquilo que é simplesmente depositário em nome dos sócios, sem rasgo, sem carisma, sem fair play, sem nunca reconhecer o erro. Este homem pode ser um bom fiscal de obras, mas não serve para um lugar como o Benfica. Se continuar, vai acabar por o banalizar, pô-lo a lutar pelo 3º ou 4º lugar, ser o bombo da festa dentro e fora do país. Um case study onde o sebastianismo manda, em lugar das vitórias. Portanto, espero bem que a coisa bata bem no fundo. Pode ser então que alguém aprenda alguma coisa.quinta-feira, 2 de julho de 2009
O auto da marisqueira

O da bigodaça lá ia ensaiando soletrar três frases seguidas sem erros ortográficos e sem se levantar e dizer, em alvoroço, perante o fantasma de Pinto da Costa: "porra, tirem-mo da frente senão, senão... mostro-lhe já que também sou sócio do clube dele... olha, olha... eu nunca falei com árbitros, ouviram?" Mais adiante, depois de umas ameijoazinhas, verberou, com ar berlusconiano, contra "essa garotada que anda por aí... estarei firme contra os oportunistas", referindo-se aos críticos que se limitaram a querer um Benfica ganhador e moderno".
Por sua vez, o Vilarinho, depois de duas "Tapada do Chaves" tinto, cinco Chivas e três CRF bem aviadas, ainda conseguiu pôr-se em pé: (para o empregado) "ófaxavôr, traga-me um absinto com gelo, ao menos é verdinho (hic)... sim, porque de benfiquistas já estou farto... sempre a chatear, sempre a criticar (hic)... aquele bruno tripeiro a comparar-nos a cigarras (hic), sabem que mais? agora sem a barba chegava bem pra ele... HIC" (arroto canoro, aplaudido imediatamente pelos apoiantes vieiristas, com ar de sicários de algum "bandido" mexicano, agarrados à lagosta e atirando amiúde uma setinhas contra o alvo com o retrato do bruno carvalho).
Entretanto, o comprador de jogadores por atacado conferenciava à parte com os capangas do blogue "Tertúlia benfiquista". " Vencer, vencer? Quantos são, quantos são? A gente parte-os todos, meu comandante, é só dizer" dizia um, enquanto dava vigorosas marteladas na perna de uma sapateira. "Um lacaio do Oiliveirinha, é o que ele é. A criticar assim à tripa forra este nosso querido presidente! O único que consegue estar em 5 casas do Benfica (faz um acto de contrição) ao mesmo tempo..." dizia outro, a sorrir para um futuro tachinho. O querido líder lá ia compondo a bigodaça, tamanho 165/70 R13, enquanto murmurava para si: (aparte) "quem me dera ser o estaline, io... assinava já umas ordenzinhas de execução antes do digestivo, io... bigode e perfil de superhomem nitzschiano já tenho, io..." (claro que esta tirada do "superhomem" é reveladora que o nosso homem afinal é um letrado a fazer-se passar por pastor do povo benfiquista, mas que, afinal, se revelou como um hamlet de fino recorte). Nisto chega o Vilarinho, de gatas, agarrado a uma perninha de frango e uma garrafa de Cutty Sark 15 anos. "Já sei! (hic, hic) Demitimo-mo-n..-nos todos em bloooco.(hic) Assim teremos iiiiileizões agora em Julhlhlhlho (hic) e vão ser favas contadas... O Moniz que o meta no nariz e o carvalho que vá pró..." O bimbo levantou-se, com ar de quem descobriu a pólvora, seguido imediatamente dos consortes. "Meu bom Vilarinho! Dá cá esses ossos e, já agora, a garrafa! Acabaste de me resolver um problema f..... Até já era para apitar pela intervenção divina! Sim, porque eu com árbitros só falo no messenger." Seguiu-se um concurso de jargão futebolístico, onde os sicários e comensais puderam qualificar apropriadamente os críticos e mofinadores da OBRA FARAÓNICA, GIGANTESCA, DIGNA DE CALÍGULA, CICLÓPICA E IMORTAL DE LFV. Sem nunca lhes passar pela cabeça que, se os adeptos do Benfica quisessem um bom contabilista ou um bom gestor de conta a dirigir o seu clube, mas com a equipa a ser humilhada e a nada ganhar, torciam aos fins de semana pelo gabinete de TOC mais próximo, ou pelo Banco de que seriam clientes.
segunda-feira, 1 de junho de 2009
O triunfo dos porcos
quinta-feira, 23 de abril de 2009
O morcão ataca de novo!
domingo, 8 de fevereiro de 2009
Chega!
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Karaté Kid IV

segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Venham mais dois!

terça-feira, 16 de setembro de 2008
Oliveirinhas strike again
domingo, 8 de junho de 2008
Lembrete

terça-feira, 27 de maio de 2008
O terceiro mundo

domingo, 18 de maio de 2008
Pinto da Costa recebido na A. R.
Se já tinha várias razões para relegar para o mais profundo desprezo a grande maioria dos deputados da Nação, a fortuna deu-me mais uma ajudinha. Vi outro dia na TV um conhecido dirigente desportivo, ligado ao ramo da fruta e souvenirs para árbitros, ser recebido por um grupo de deputados, fazendo as honras da casa. O tal senhor, que na altura vinha do Tribunal, foi condenado pela justiça desportiva, como é sabido, aguardando ainda o resultado das acusações que sobre ele pendem na justiça criminal. À porta, um batalhão de jornalistas. Como é possível um episódio destes? Será que os representantes do principal órgão de soberania nacional não poderão ser sancionados disciplinarmente por este escândalo? É que, expressando apoio público a uma figura que acaba de ser condenada e aguarda possíveis condenações, estão a desautorizar quem já o julgou e quem vai julgá-lo. Depois admirem-se que as pessoas - mormente os jovens - se afastem cada vez mais do lodaçal da política.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
O vozeador azul
Alguém disse um dia que pior do que mudar de ideias é não ter ideias para mudar. De acordo. Até diria mais: por vezes, é mesmo necessário mudar de ideias, de modo a fortalecer as convicções. É óbvio que isto nada tem a ver com questões tácticas ou com alterações de circunstância. Advem, isso sim, do livre-arbítrio, do querer submeter-se à prova incontornável dos factos. É sobretudo um exercício de humildade e de bom-humor. Tudo isto, a propósito de quê? Em tempos, o senhor da fotografia teve em mim um fervoroso adepto das suas crónicas políticas, lúcidas e desassombradas. E da sua postura politicamente incorrecta. Dos livros, gostei de ler o "Sul" - talvez o melhor exemplo de literatura de viagens que se publicou nos últimos tempos em Portugal - e, um bocadinho menos, o "Equador". O "Rio das Flores" ainda não li. Sejamos claros: este senhor tem toda a legitimidade para ter a sua paixão clubista, incluindo defendê-la publicamente em termos críticos. Mesmo que isso envolva algumas opiniões de que não se goste, como é o caso. O que não permite, de todo, é o uso e abuso de uma linguagem xenófoba, facciosa e eivada de falsidades, quando fala dos seus rivais. A sua última crónica no jornal "A Bola" (link para assinantes) é disso exemplo. Onde soma alarvidades e comparações inadmissíveis sobre lances polémicos do futebol. Não é que esse seja um tema de que aqui se fale muito. No entanto, em questões relativas a deformações de carácter e desonestidade intelectual, o meio em que se revelam é-me indiferente. Enquanto figura pública credível, este senhor morreu para mim. Paz à sua alma.