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sexta-feira, 4 de novembro de 2011
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
A casa (13)
O salto da onda / mais branca / cada hora / mais verde / cada dia / mais jovem / a morte
Os lábios e as mãos do vento / o coração da água
A meio da noite / verte, / no ouvido de seus amantes, / três gotas de luz fria.
terça-feira, 1 de novembro de 2011
domingo, 30 de outubro de 2011
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
quarta-feira, 26 de outubro de 2011
A casa (12)
Sol-coração, pedra que lateja, / pedra de sangue que se torna fruto: / as feridas abrem-se a não doem, / minha vida flui semelhante à vida.
E agora, meus olhos cantam. Inclina-te sobre o seu canto, lança-te à fogueira.
Surgem / uns tantos pássaros / e uma ideia negra.
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
A casa (11)
Caio e ergo-me, / ardo e afogo-me.
Não sou mais que uma pausa entre duas vibrações: o ponto vivo, o agudo, imóvel ponto fixo de intersecção de dois olhares que se ignoram e se encontram em mim.
Sou o espaço puro, o campo de batalha. Vejo através de meu corpo meu outro corpo.
sábado, 8 de outubro de 2011
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
A casa (10)
Vem voa ascende desperta / Rompe diques avança
Estou parado no meio desta linha / não escrita
Não vimos senão relâmpago / não ouvimos senão o entrechocar de espadas da luz
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
O Km 90
Agosto de 2003
Setembro de 2011
Duas viagens, duas mochilas, dois tempos, o mesmo Caminho. Descubram as diferenças e as semelhanças.
A casa (9)
Negro o céu / Amarela a terra / O galo rasga a noite
Acesa a árvore estremece /Já a noite a circundou / Ao falar com ela falo contigo
O céu esmaga-nos, / a água sustém-nos.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
sexta-feira, 23 de setembro de 2011
A casa (8)
A hora é transparente / se o pássaro é invisível, vemos / a cor de seu canto.
Duma palavra à outra /o que digo desvanece-se
A noite torna enorme a janela / Não há ninguém / a inominada presença rodeia-me
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
A casa (7)
Olhos de água de sombra / olhos de água de poço / olhos de água de sonho.
Mas já a luz irrompe com passos de leopardo / E a palavra levanta-se ondula cai / E é uma longa ferida e um silêncio cristalino.
A infância com suas flechas e seu ídolo e sua figueira.
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
A casa (6)
Se tu és o bosque das nuvens / eu sou o machado que as corta
Como o bosque em seu leito de folhas / tu dormes em teu leito de chuva / tu cantas em teu leito de vento / tu beijas em teu leito de chispas.
A água levanta-se e pergunta a hora / O vento levanta-se e pergunta por ti
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
A casa (5)
Na porta proibida / gravar o nome do teu corpo / até que a lâmina da minha navalha / sangre
Esfrego as pálpebras: / o céu anda na terra.
Se tu és a torre da noite / eu sou o cravo ardendo em tua fronte
sábado, 3 de setembro de 2011
A casa (4)
Todas as noites desce ao poço / e pela manhã reaparece / com um novo réptil entre os braços.
Ergui a cara para o céu, / imensa pedra de puídas letras: / nada me revelaram as estrelas.
E nos abismos de sua luz caímos / Música despenhada / E ardemos e não deixamos rasto.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
A casa (3)
Fecha os olhos e abre-os: / Não há ninguém nem sequer tu próprio / O que não é pedra é luz
Entre as pétalas de argila /nasce, sorridente, / a flor humana.
A luz não pestaneja, / o tempo esvazia-se de minutos, / um pássaro deteve-se no ar.
terça-feira, 30 de agosto de 2011
A casa (2)
Ao fechar os olhos vi-me: / espaço, espaço / onde estou e não estou.
O poema ainda sem rosto / O bosque ainda sem árvores / Os cantos ainda sem nome.
Duma palavra à outra/o que digo desvanece-se./Sei que estou vivo/entre dois parêntesis.
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