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sábado, 5 de maio de 2007
segunda-feira, 9 de abril de 2007
domingo, 18 de março de 2007
quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007
sexta-feira, 12 de janeiro de 2007
terça-feira, 19 de dezembro de 2006
Portugal à sombra
Avançando a passos largos para a incerteza, o país agita-se e pasma com as revelações sicilianas de Carolina. Nem Camilo poderia ter imaginado tal enredo. A incrível ERC (da Comunicação Social), uma entidade supostamente isenta, lança um comunicado inqualificável, dando lições de moral ao Director do "Público". Espera-se que, depois disto, o último a sair desta coisa apague a luz. O sistema "cinema em casa" e mais uns tarecos do sr. Veiga regressando ao lar tiveram cobertura televisiva nacional. Paulo Bento continua no seu melhor. Luis Filipe Menezes convoca uma reunião do Conselho Nacional do PSD para dizer cobras e lagartos do seu vizinho autárquico. Que entretanto "deu" de mão beijada o Rivoli à produtora de Filipe la Féria. O Benfica lá acabou com três golitos. Desta vez na baliza contrária. Na reforma das custas judiciais, o Ministro da Justiça, disfarçado de Zorro e de espada em punho, pretende que "quem ganhe em tribunal não paga advogado. Além das custas habituais dos processos, quem perder um caso em tribunal terá de pagar uma fatia dos honorários do advogado da parte adversária". Ver aqui. O delírio tecnocrático no seu auge!A boa notícia é a nomeação de Maria José Morgado para coordenar a investigação do Apito Dourado. Uma decisão corajosa do novo PGR, que coloca a mulher certa no local certo. O relativismo ético que tomou conta do País é um encorajamento à corrupção, de que o futebol é um autêntico "saco azul". Agora acabaram os paninhos quentes. Vá-se até onde fôr preciso para apurar a verdade.
Publicado no jornal "O Interior"
domingo, 17 de dezembro de 2006
quinta-feira, 30 de novembro de 2006
terça-feira, 14 de novembro de 2006
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
terça-feira, 10 de outubro de 2006
terça-feira, 26 de setembro de 2006
quinta-feira, 7 de setembro de 2006
quinta-feira, 10 de agosto de 2006
quarta-feira, 26 de julho de 2006
sexta-feira, 7 de julho de 2006
quarta-feira, 5 de julho de 2006
O soccer, o futebol e o clister.
Chegou-me este artigo publicado num jornal online norteamericano. A propósito da inclusão de Portugal no top four do futebol mundial e que, pelos vistos, incomoda muita gente. Fiquei obviamente chocado. Não por razões patrióticas. Mas porque gosto de ser português, o que acredito ser incompatível com a condescendencia e a ignorância boçal manifestada nesta inqualificável redacção. Aqui, ao contrário de Oscar Wilde, não penso que falar mal de nós seja lamentável e não falar de todo seja trágico. Este "argumentário" claramente xenófobo do articulista não é gratuito. Uma opinião vale o que vale, é certo. Mas este desprezo cavernícola traduz de facto uma ignorância mais próxima do cidadão médio americano e cuja dimensão estava longe de imaginar. Corresponde a uma tendência cultural e sociológica caracterizada pela soberba.
O bom senso dos "founding fathers" da nação americana sempre me fascinou. Um bom senso de pequenos proprietários, num momento histórico em que a tecnologia ainda não tinha separado irremediavelmente o homem da compreensão e do domínio de facto dos objectos com que lida no seu dia a dia. Um bom senso que erigiu um sistema de poderes que se fiscalizam mutuamente e que da política retirou o fundamental: os factos resultam da acção e não de intenções. Sobre eles rege a lei e nada mais. Esse sistema tem impedido que o mundo se tenha tornado um local perigoso e fanatizado. Que esta identificação fique clara.
Mas existe o reverso da medalha. O imperialismo americano não é só retórica. Há uma ignorância irresponsável, uma insuportável arrogância que lhe subjazem. Que alimentam um discurso onde a verdadeira diversidade se reduz ao tipicismo uniformizador e hollywoodesco. Que demoniza quaisquer argumentos que questionem a sua superioridade (veja-se o ostracismo a que Noam Chomsky foi relegado após o 11 de Setembro). E que, finalmente, numa verborreia chauvinista, procura ridicularizar as nações de menor dimensão.
Sobre o assunto, leia-se o apropriado texto de Pedro Martins, em "Sesimbra e Ventos". Aqui
O bom senso dos "founding fathers" da nação americana sempre me fascinou. Um bom senso de pequenos proprietários, num momento histórico em que a tecnologia ainda não tinha separado irremediavelmente o homem da compreensão e do domínio de facto dos objectos com que lida no seu dia a dia. Um bom senso que erigiu um sistema de poderes que se fiscalizam mutuamente e que da política retirou o fundamental: os factos resultam da acção e não de intenções. Sobre eles rege a lei e nada mais. Esse sistema tem impedido que o mundo se tenha tornado um local perigoso e fanatizado. Que esta identificação fique clara.
Mas existe o reverso da medalha. O imperialismo americano não é só retórica. Há uma ignorância irresponsável, uma insuportável arrogância que lhe subjazem. Que alimentam um discurso onde a verdadeira diversidade se reduz ao tipicismo uniformizador e hollywoodesco. Que demoniza quaisquer argumentos que questionem a sua superioridade (veja-se o ostracismo a que Noam Chomsky foi relegado após o 11 de Setembro). E que, finalmente, numa verborreia chauvinista, procura ridicularizar as nações de menor dimensão.
Sobre o assunto, leia-se o apropriado texto de Pedro Martins, em "Sesimbra e Ventos". Aqui
terça-feira, 27 de junho de 2006
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